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Priscila de Souza Galli Lalli

São Paulo – SP
31 anos
Nutricionista; bailarina clássica

Eu me sinto muito feliz de poder compartilhar a minha história de vida e assim ajudar outras pessoas a enfrentarem os seus desafios. Desde maio de 2018 tenho um diagnóstico de câncer de mama metastático, a cada 21 dias faço quimioterapia, mas levo uma vida normal, sem desanimar.

Sempre fui muito saudável, por conta da minha formação como bailarina clássica e depois como nutricionista. Descobrimos por conta de uma fraqueza. Nessa época eu tinha um filho de dois anos e oito meses e um bebê de três meses que mamava no peito. O começo do tratamento foi muito difícil, tive que aprender a aceitar ajuda, a ser cuidada. Usei esse tempo para me recuperar e deu certo.

Hoje fico absolutamente sozinha com os meninos, que ainda são pequenos, porque o meu marido trabalha. Não tem nada que eu não faça. Me alimento bem, voltei para a dança, minha saúde é até melhor do que antes. Por mais que eu tente não ficar ansiosa com o futuro, tenho medo, mas também ganhei muito. Aprendi a perdoar, a dar importância ao que realmente importa.

Sim, eu tenho um problema crônico, mas tenho uma rede enorme de apoio, minha família e meus filhos, que são minha herança. Quero criá-los no caminho do bem, ensinando princípios e valores que vão construir um mundo melhor. Porque estou bem, consigo cuidar de outras mulheres. Tenho em Deus a minha fortaleza.

Rede de apoio

O diagnóstico e o tratamento para combater o câncer geram um grande estresse emocional, geralmente transformador. A proximidade da família, não necessariamente a de sangue, é de suma importância para os pacientes seguirem em frente e evoluir da melhor forma possível.

Fonte: http://www.blog.saude.gov.br/index.php/promocao-da-saude/54035-apoio-familiar-e-suporte-medico-sao-fundamentais-no-tratamento-de-cancer