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Cintia da Rosa Morais

Porto Alegre – RS
30 anos
Educadora física

Eu nunca pensei em qual é o sentido da vida, mas acho que tem a ver com encontrar a melhor maneira de ser feliz. Recebi o diagnóstico em março, tive que parar de trabalhar, porque comecei a quimioterapia e em breve farei a cirurgia, tudo no Hospital Fêmina, pelo SUS [Sistema Único de Saúde]. Mas estamos tratando e eu estou ansiosa para acabar logo.

Está sendo um desafio, além disso, tem a pandemia, sem contato com os amigos. Precisei parar de trabalhar, porque sou educadora física e percebo meu corpo mais fraco, cansando mais rápido. Mas ao mesmo tempo me sinto privilegiada: fiz faculdade e me formei, e agradeço a Deus pela vida da minha família, e a presença deles também nessa fase em que estou precisando mais.

Eu moro sozinha, mas minha mãe está sempre por perto, e meu pai vem todo mês da cidade dele para passar tempo comigo, e eles me dão muita força para ficar bem. Faço caminhada, psicoterapia e cuido da alimentação. Eu quero estar preparada para quando voltar a trabalhar. As minhas aulas são o meu jeito de fazer a diferença no mundo. Mas tenho outros sonhos, casar, ser mãe. Ainda tenho muita vida pela frente.

Apoio familiar

O suporte da família é base essencial para o tratamento. Faz parte dessa caminhada não só cuidar da saúde, mas também das relações. Uma paciente com boa sustentação e amparo familiar, tende a se sentir mais motivada para seguir com o tratamento.

Fonte:https://www.femama.org.br/site/br/noticia/importancia-do-papel-da-familia-durante-o-tratamento